sábado, 4 de junho de 2011

Cynara Chemale Kessler, por Patrícia Mylena

Cynara Chemale Kessler
Bióloga formada pela UFSM e Mestrado em Biociências pela PUCRS. Atualmente atuando no magistério do ensino fundamental e médio em escolas da rede pública e particular em Porto Alegre, RS.

1. Como a Sra acabou se tornando professora de genética? E o que leva em consideração para elaborar uma aula de genética?
 Na verdade eu sou professor de Biologia em geral, porém a matéria que mais me interesso é a genética, por estar ligado a nossa história, ou seja, descobrirmos as características que adquirimos dos nossos ancestrais. E levo em consideração Exemplos. Acredito que nas aulas de genéticas temos que explorar com exemplos para que os alunos consigam realmente entender o conteúdo.

2.  Qual a parte ou assunto da genética que os alunos mais gostam e se interessam de modo geral nas aulas?
Os alunos se interessam bastante pela 1ª Lei de Mendel, por ser um assunto fácil e por descobrir que nos cruzamentos existe a possibilidade de saber como iram ser seus filhos.

3. Qual a maior dificuldade em ensinar genética?
Os alunos geralmente têm dificuldades em aprender transmissão das características hereditárias, genética molecular, estrutura do material genético, DNA, isso porque o início da genética se dá no 1° ano do ensino médio onde o aluno tem noções básicas da genética, como o que é um gene, onde está localizado, etc. e depois somente no terceiro ano é que voltamos a falar do que foi aprendido.

4. Quais são a maiores dificuldades dos alunos em entender genética?
Cálculos, a maioria dos alunos já tem normalmente a dificuldade com a matéria de matemática, e nas aulas de genética nós, professores, temos que nos focar no conteúdo de genética, passando rapidamente pelos cálculos, onde alguns alunos possuem dificuldades.

5. Qual a melhor abordagem para se ensinar genética?Por quê?
Não sou fiel a uma única abordagem, porém para genética a sócio-cultural é uma boa abordagem, porque essa aconselha o uso de situações do cotidiano como uma ferramenta para o ensino, ensinar – de forma científica – o que o aluno já conhecia. Na avaliação prefiro o método tradicional, com aplicação de prova, mas também costumo compor notas com trabalhos em sala de aula.

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